A língua lambe os lábios, lambe a nuca, lambe. Os dedos tocam e tocam e tocam... Tocam leve, quase escorregam. Do pescoço aos pés, Faz seu percurso Dos pés ao pescoço, seu caminho.
Nesse vai e vem, cinturas sensíveis se acham. Delírios vários, prazeres múltiplos
Debaixo da mesa. Não querer ver olhos. Não querer ver o rio pra batizar. Ser mau, meu punho fechado. Batendo em todos os elos. Sobre me peito bate um bloco com um grito só. Não quero me converter a nada. Que minha garganta odeie. A virtude está nos meus escombros.
Meus versos fizeram de mim uma guerreira Minha rima é a rima da minha melodia rimada em uma só musica Ver o por- do- sol nascer, Que lindo! Sei que estou protegida Das pedras que tropeço no caminho... Tenho Fé. Na vida tudo pode parecer estranho Mais a melodia dos acordes do peito arde. A chama da luz que aparece pra mim Faz-me viver outro o lado da vida. Sorrir......
Aqui nesse lugar, Vendo lençóis brancos a voar, Cabeças encobertam, Pés descalços, Muitos querem sair desse lugar. Nesse momento Agarra apenas na luz Que aparece ao seu redor. Batimentos a mil por hora Alguns dormindo, Alguns sentados, Outros olhando para o tempo, Alguns contando a historia, Relatando os acontecimentos, Um entre e saí por todos os lados. Vestido de branco, Aparece para acalmar quem chora. Quem sente dor E quem quer ir embora...
Sopra agonias Meu peito agoniza Por não abarcar a beleza de ti Amadus... Que habita na minha essência Ao luar da sua ninfa Ao desejo da minha culpa Entoando o meu desejo Repousarei! Descansarei! Evitarei! E ficarei em paz Adoçando meu descontento A procura de ti....